Chegando em Reims, pensamos em pegar um táxi até a Notre Dame, mais uma vez, através do Conexão Paris, eu saiba que era uma igreja histórica e que atrás dela ficava o centro de atendimento ao turista.
Pois bem, antes de pegar o táxi vimos várias pessoas andando em direção, ao que imaginamos ser o centro da cidade... vimos duas senhoras falando em português e indo para a mesma direção... fomos atrás delas, e as abordei. Simpaticíssimas, duas brasileiras do Espírito Santo que pegaram o trem apenas para ir conhecer a famosa igreja, e pelo que se informaram era ali perto. E lá fomos nós.
Elas, que viajam bastante a Europa estava terminando a viagem delas, passaram pela Croácia, Itália e agora estavam na França.
Realmente, a igreja fica próxima a estação de trem, é uma caminhada agradável, na qual você conhece uma parte da cidade, cheia de lojas (até Galleries Lafayette), cafés e restaurantes. Na praça em frente a igreja, várias lojas que vendem as champanhes da região. Advinha? Entramos em uma cujo dono falava português. O máximo e os preços ótimos.
Visitamos a Notre-Dame, que é simplesmente magnífica. Você saber que Joana D’arc esteve naquele local, que 25 reis ali foram coroados... os vitrais, as imagens...eu não sou católica, mas mesmo assim, eu me emocionei muito naquele lugar e acendi uma vela diante da imagem de Jesus Cristo, agradecendo por estar em um lugar tão especial.
Ao contrário da Notre-Dame de Paris, não há aquela multidão de turistas, e mesmo muito visitada, ali reina o silêncio e todo mundo é extremamente respeitoso com um lugar.
Quando estávamos saindo ia começar uma missa e o órgão estava sendo usado, a música invadiu o lugar e foi lindo.
Pois bem, antes de pegar o táxi vimos várias pessoas andando em direção, ao que imaginamos ser o centro da cidade... vimos duas senhoras falando em português e indo para a mesma direção... fomos atrás delas, e as abordei. Simpaticíssimas, duas brasileiras do Espírito Santo que pegaram o trem apenas para ir conhecer a famosa igreja, e pelo que se informaram era ali perto. E lá fomos nós.
Elas, que viajam bastante a Europa estava terminando a viagem delas, passaram pela Croácia, Itália e agora estavam na França.
Realmente, a igreja fica próxima a estação de trem, é uma caminhada agradável, na qual você conhece uma parte da cidade, cheia de lojas (até Galleries Lafayette), cafés e restaurantes. Na praça em frente a igreja, várias lojas que vendem as champanhes da região. Advinha? Entramos em uma cujo dono falava português. O máximo e os preços ótimos.
Visitamos a Notre-Dame, que é simplesmente magnífica. Você saber que Joana D’arc esteve naquele local, que 25 reis ali foram coroados... os vitrais, as imagens...eu não sou católica, mas mesmo assim, eu me emocionei muito naquele lugar e acendi uma vela diante da imagem de Jesus Cristo, agradecendo por estar em um lugar tão especial.
Ao contrário da Notre-Dame de Paris, não há aquela multidão de turistas, e mesmo muito visitada, ali reina o silêncio e todo mundo é extremamente respeitoso com um lugar.
Quando estávamos saindo ia começar uma missa e o órgão estava sendo usado, a música invadiu o lugar e foi lindo.
A cidade é apaixonante!!
Mas, precisávamos resolver nosso passeio a Veuve Clicquot!!
Não foi difícil achar o Centro de Apoio ao Turista, logo atrás da Igreja.
Lá dentro uma atendente, que quando chegamos estava falando em língua oriental que eu não soube identificar com uma turista (que me parecia coreana), atendeu em italiano o casal na nossa frente e a nós em inglês.
Ali, você descobre os horários de visitação as caves, onde fica determinado restaurante, tem indicações de hotéis e passeios.
Bem, eu expliquei que tinha uma visita agendada na Veuve Clicquot, mas perdi devido ao horário do trem e perguntei se seria possível agendar uma visita para o período da tarde (a Veuve Clicquot só aceita visitas agendadas). Ela me explicou que era horário de almoço, que eles estariam fechados, mas que eu voltasse as 13hs, que ela ligaria e tentaria resolver, ou então, poderíamos visitar outra cave.
Não foi difícil achar o Centro de Apoio ao Turista, logo atrás da Igreja.
Lá dentro uma atendente, que quando chegamos estava falando em língua oriental que eu não soube identificar com uma turista (que me parecia coreana), atendeu em italiano o casal na nossa frente e a nós em inglês.
Ali, você descobre os horários de visitação as caves, onde fica determinado restaurante, tem indicações de hotéis e passeios.
Bem, eu expliquei que tinha uma visita agendada na Veuve Clicquot, mas perdi devido ao horário do trem e perguntei se seria possível agendar uma visita para o período da tarde (a Veuve Clicquot só aceita visitas agendadas). Ela me explicou que era horário de almoço, que eles estariam fechados, mas que eu voltasse as 13hs, que ela ligaria e tentaria resolver, ou então, poderíamos visitar outra cave.
Demos uma volta e no horário marcado nós voltamos.
Ela ligou na cave, como não havia visitação em inglês no período da tarde, perguntaram se queríamos fazer a visita em francês. É claro que aceitamos. Então, a atendente do Centro de Turismo sugeriu a atendente que nos desse um livreto em inglês e espanhol para poder facilitar nosso passeio. Além disso, chamou um táxi, marcou o horário e explicou onde iríamos.
O atendimento foi um luxo!
Ela ligou na cave, como não havia visitação em inglês no período da tarde, perguntaram se queríamos fazer a visita em francês. É claro que aceitamos. Então, a atendente do Centro de Turismo sugeriu a atendente que nos desse um livreto em inglês e espanhol para poder facilitar nosso passeio. Além disso, chamou um táxi, marcou o horário e explicou onde iríamos.
O atendimento foi um luxo!
Como tínhamos um tempinho, corremos no Paul (que é uma boulangerie que vc encontra em todo lugar em Paris e que é maravilhosa) e voltamos no horário marcado para o taxi.
Ao chegarmos em frente do Centro de Turismo, uma Mercedez S500 já estava nos esperando. Como eu ainda estava comendo, e ele adiantado, perguntei se ele se importava de eu terminar de comer. Para minha surpresa, o taxista disse que eu podia ir comendo no carro!
Ao chegarmos em frente do Centro de Turismo, uma Mercedez S500 já estava nos esperando. Como eu ainda estava comendo, e ele adiantado, perguntei se ele se importava de eu terminar de comer. Para minha surpresa, o taxista disse que eu podia ir comendo no carro!
Mais uma vez, os franceses que encontramos foram atenciosos conosco.
Nas fotos: o centro da cidade, a Notre Dame, eu em frente ao Centro de Apoio ao Turista, bem atras da igreja.

Nenhum comentário:
Postar um comentário