Só para avisar, nosso roteiro foi um pouco diferente dos roteiros tradicionais, portanto, não seguimos o padrão.
Primeira coisa, assim que chegamos no hotel, recebemos Plan-Guide Map&Guide de Paris (patrocinado pela Galeries Lafayette) e comprovamos que realmente é muito fácil se locomover de metrô.
Pois bem, na quarta acordamos cedo e fomos as compras!
De metro até o outlet La Vallèe Village.
Fizemos baldeação na Place d’Italie e de lá seguimos sentido estação Nation. Lá nos pegamos o trem RER, sentido Marne-la-Vallée.
Momento turista acidental: Não tivemos nenhuma dificuldade para encontrar o trem, entramos e fomos felizes da vida, sabendo que deveríamos descer uma estação antes da Eurodisney (ultima parada), chamada Val d’Europe.
Quase chegando ao nosso destino fomos abordados pelos seguranças (que verificam a passagem de todos) que nos pediram os tickets... que nós não tínhamos...rs... Os únicos que possuíamos eram os do metrô, mas como ele nos explicou não eram aqueles. Fomos muito bem tratados, ele nos apresentou o ticket correto, cobrou 25 euros por cada e explicou que ele servia para voltarmos a Paris.
Primeira coisa, assim que chegamos no hotel, recebemos Plan-Guide Map&Guide de Paris (patrocinado pela Galeries Lafayette) e comprovamos que realmente é muito fácil se locomover de metrô.
Pois bem, na quarta acordamos cedo e fomos as compras!
De metro até o outlet La Vallèe Village.
Fizemos baldeação na Place d’Italie e de lá seguimos sentido estação Nation. Lá nos pegamos o trem RER, sentido Marne-la-Vallée.
Momento turista acidental: Não tivemos nenhuma dificuldade para encontrar o trem, entramos e fomos felizes da vida, sabendo que deveríamos descer uma estação antes da Eurodisney (ultima parada), chamada Val d’Europe.
Quase chegando ao nosso destino fomos abordados pelos seguranças (que verificam a passagem de todos) que nos pediram os tickets... que nós não tínhamos...rs... Os únicos que possuíamos eram os do metrô, mas como ele nos explicou não eram aqueles. Fomos muito bem tratados, ele nos apresentou o ticket correto, cobrou 25 euros por cada e explicou que ele servia para voltarmos a Paris.
Mesmo você se informando, comete gafes. Não tivemos nenhuma dificuldade de sair do metro e entrar no trem, e por "bobeira" passamos por essa situação. Porém, não foi nada constrangedor nem nos sentimos lesados pelo preço. São acidentes de percurso e mais uma história para contar.
Friso, desde o início fomos muito bem tratados pelos franceses e mesmo falando “mal e porcamente” a língua deles, buscaram se comunicar conosco seja em francês, inglês ou espanhol.
Pois bem, conforme explica o Conexão Paris, você desce na estação do trem, virar a direita e logo já se vê o shopping. E você deve atravessar todo o shopping, a praça de alimentação para então chegar no outlet. Caso contrario o seu passeio valerá a ida a um shopping grande e normal.
Agora, o outlet é uma verdadeira loucura!
Lojas e mais lojas das marcas famosas com preço muito mais em conta.
Importante, não são produtos com defeitos, muita coisa nova, e algumas lojas como a Burberry apresenta na etiqueta o ano da coleção a que o produto pertence. A maioria 2008 e 2009. Exemplo de preços desta loja: Camiseta pólo masculina a 50 euros.
Na Samsonite você consegue comprar malas das coleções BlackLabel por preço bem mais em conta, ou mesmo os produtos tradicionais pela metade do preço que no Brasil. A grande barbada são as malas grandes, com giro 360, de fibra, que vão de 100 a 150 euros.
Nós aproveitamos para comprar cadeados TSA. Que será objeto de uma dica em outro post.
Na loja do outlet, cada cadeado saiu por 11 euros, menos da metade do preço que no Brasil.
Bom, além de calça jeans, casacos, camisetas, etc... aproveitamos para comprar uma malinha na LongChamp, de rodinhas, que voce pode levar como bagagem de mão e com um preço excelente.
Outro exemplo: calça jeans Diesel entre 70 a 120 euros. O mesmo modelo de 120 euros é vendido na Galerie Lafayette ou em outras galerias de 230 a 250 euros.
Uma coisa boa é que em todas as lojas que entramos havia um atendente que falava português. Na Diesel um francês filho de portugueses, na D&G uma portuguesa que fica no caixa, um português na LongChamp, na Calvin Klein, um angolano que nos explicou que devido ao grande número de brasileiros que freqüentam o outlet, as lojas estão buscando melhor atende-los. Segundo o Cristiano, não passa um dia sem que brasileiros entrem na loja.
Esses são alguns exemplos, mas entramos em praticamente todas as lojas e não tivemos problemas em nos comunicar em português.
Todos os atendentes foram simpaticíssimos.
Bateu uma fome? Corra na praça de alimentação e use o famoso “le emporter”.
A volta também foi simples e de cara, no trem, encontramos um brasileiro que mora em Paris e trabalha na região.
Friso, desde o início fomos muito bem tratados pelos franceses e mesmo falando “mal e porcamente” a língua deles, buscaram se comunicar conosco seja em francês, inglês ou espanhol.
Pois bem, conforme explica o Conexão Paris, você desce na estação do trem, virar a direita e logo já se vê o shopping. E você deve atravessar todo o shopping, a praça de alimentação para então chegar no outlet. Caso contrario o seu passeio valerá a ida a um shopping grande e normal.
Agora, o outlet é uma verdadeira loucura!
Lojas e mais lojas das marcas famosas com preço muito mais em conta.
Importante, não são produtos com defeitos, muita coisa nova, e algumas lojas como a Burberry apresenta na etiqueta o ano da coleção a que o produto pertence. A maioria 2008 e 2009. Exemplo de preços desta loja: Camiseta pólo masculina a 50 euros.
Na Samsonite você consegue comprar malas das coleções BlackLabel por preço bem mais em conta, ou mesmo os produtos tradicionais pela metade do preço que no Brasil. A grande barbada são as malas grandes, com giro 360, de fibra, que vão de 100 a 150 euros.
Nós aproveitamos para comprar cadeados TSA. Que será objeto de uma dica em outro post.
Na loja do outlet, cada cadeado saiu por 11 euros, menos da metade do preço que no Brasil.
Bom, além de calça jeans, casacos, camisetas, etc... aproveitamos para comprar uma malinha na LongChamp, de rodinhas, que voce pode levar como bagagem de mão e com um preço excelente.
Outro exemplo: calça jeans Diesel entre 70 a 120 euros. O mesmo modelo de 120 euros é vendido na Galerie Lafayette ou em outras galerias de 230 a 250 euros.
Uma coisa boa é que em todas as lojas que entramos havia um atendente que falava português. Na Diesel um francês filho de portugueses, na D&G uma portuguesa que fica no caixa, um português na LongChamp, na Calvin Klein, um angolano que nos explicou que devido ao grande número de brasileiros que freqüentam o outlet, as lojas estão buscando melhor atende-los. Segundo o Cristiano, não passa um dia sem que brasileiros entrem na loja.
Esses são alguns exemplos, mas entramos em praticamente todas as lojas e não tivemos problemas em nos comunicar em português.
Todos os atendentes foram simpaticíssimos.
Bateu uma fome? Corra na praça de alimentação e use o famoso “le emporter”.
A volta também foi simples e de cara, no trem, encontramos um brasileiro que mora em Paris e trabalha na região.

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