sexta-feira, 26 de junho de 2009

Rumo a Paris

Chegamos em Paris no dia 02 de junho, ao meio dia.
O voo é longo, mas quase não dormi, de tanta ansiedade.
Foi uma viagem tranquila e assisti a muitos filmes.
A única ressalva é que poucos eram os filmes legendados, apenas Noivas em Fuga (que já tinha assistido no final de maio, em um vôo Manaus/Guarulhos) e O Curioso Caso de Benjamin Button.
Mas, isso é o de menos, não é mesmo.
Mal desembarcamos e a primeira impressão: o controle é rigoroso. Os policiais franceses já aguardavam os passageiros, para verificar os passaportes.
O policial que recepcionou o MP apenas abriu o passaporte, olhou e disse: bonjour.
Já comigo, abriu o passaporte pe perguntou qual o motivo da minha viagem. Mas, quando eu disse: lua de mel, logo recebi meu bonjour.
Por sermos uns dos ultimos a desembarcar, percebemos que dois casais e três moças foram parados para maiores explicações.
Na imigragação, a mesma coisa, o MP logo recebeu seu carimbo e bonjour... eu, mais uma vez, tive de dizer o motivo da minha viagem. Mas foi bem rápido.
Ainda na saída, antes de chegarmos ao saguão de desembarque, vimos quatro mulheres sendo paradas por outros policiais, para mais explicações sobre motivo de viagem.
Concluímos que, se você for mulher e estiver desacompanhada, são maiores as chances de ter de explicar detalhadamente sobre sua ida a Europa.
De qualquer forma, eu preparei um verdadeiro dossiê, tanto para mim quanto para o MP com cópia dos vouchers dos hotéis em que nos hospedaríamos, de passagens aéreas, de trem, do seguro viagem que fizemos, além de documentos comprobatórios de endereço fixo e trabalho no Brasil. Até textinho em francês eu imprimi, explicando nossa viagem e locais por onde passaríamos.
Babaquice? Eu não acho, afinal eu não arriscaria a nossa sonhada viagem pelo fato de não saber explicar direito a razão de estarmos la. Pesquisando na Internet, descobri que, só no primeiro bimestre 274 passageiros da TAM foram deportados da França, por não apresentarem a documentação necessária.
Para irmos até o hotel, optamos por um táxi. Ficamos hospedados no Quartier Latin, a exatamente uma quadra do metro Place Monge (linha 7) e o táxi não custou 50 euros. O taxista apesar de quieto foi muito correto, ligou o GPS e em nenhum momento nos sentimos lesados.

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